Plenya

Checkup de Longevidade

O exame que olha pra frente.

Um checkup tradicional confirma se você está doente hoje. O checkup de longevidade mapeia para onde sua saúde está indo nos próximos vinte anos, e o que ainda dá tempo de mudar.

Sobre o checkup

A medicina convencional valida normalidade. A medicina de longevidade lê trajetória. São perguntas diferentes. E exigem instrumentos diferentes.

No Brasil, a maior parte dos checkups anuais ainda é desenhada para identificar doença já instalada. Hemograma, glicemia, colesterol total, ultrassom abdominal: é útil, mas insuficiente. ApoB prediz risco cardiovascular melhor que LDL. VO₂ máximo prediz mortalidade total melhor que qualquer outro marcador isolado. Composição corporal por bioimpedância distingue quem perdeu peso de gordura de quem perdeu de músculo. Esses são os exames que mudam decisão.

O checkup de longevidade Plenya é estruturado em três camadas. A primeira, exames laboratoriais avançados: perfil lipídico ApoB-cêntrico, marcadores inflamatórios, minerais e vitaminas que regulam função celular. A segunda, avaliação funcional: ergoespirometria para VO₂ máx, dinamometria, bioimpedância segmentar. A terceira, avaliação de hábito e ambiente: sono medido, exposição à luz, padrão alimentar, atividade física registrada por wearable.

O resultado não é um envelope com marcações em vermelho. É uma conversa de 90 minutos com leitura clínica integrada e um plano nominal: substância, dose, frequência, prazo de reavaliação.

Painel inicial

12 marcadores que mudam a leitura

Painel inicial pedido com mais frequência em check-ups orientados à trajetória de saúde. Cada item abaixo vem com o critério clínico curto que guia a leitura. Hemograma, função renal, urina e pressão bem aferida seguem como pano de fundo, indispensáveis e não contados nessa lista.

  • 01ApoB · partículas aterogênicas

    Número de partículas LDL, IDL, VLDL e Lp(a) circulantes. Melhor preditor cardiovascular que LDL isolado. Alvo geral <90 mg/dL; <65 em prevenção secundária.

  • 02Lipoproteína (a) · Lp(a)

    Hereditária, mede uma vez na vida. Cerca de 1 em 5 adultos tem Lp(a) acima do risco. Alvo <50 mg/dL ou <125 nmol/L.

  • 03Insulina de jejum · HOMA-IR

    Detecta resistência insulínica anos antes da glicemia subir. Insulina <8 µIU/mL é desejável; HOMA-IR <2,0 é a meta clínica.

  • 04HbA1c · glicação média

    Glicação dos últimos 90 dias. Critério ADA 2026: <5,7% normal, 5,7 a 6,4% pré-diabetes, ≥6,5% diabetes.

  • 05PCR ultrassensível

    Inflamação subclínica, fator de risco cardiovascular independente. Alvo <1,0 mg/L. Sempre lido com quadros agudos descartados.

  • 06Ferritina + saturação de transferrina

    Em conjunto, não isolados. Ferritina sozinha pode mascarar deficiência funcional ou estar falsamente elevada por inflamação.

  • 07TSH · T4 livre · T3 livre

    TSH isolado deixa passar disfunções centrais e conversão alterada. A tríade dá leitura completa do eixo tireoidiano.

  • 0825-OH vitamina D

    Deficiência prevalente no Brasil mesmo em região ensolarada. Alvo individualizado, 40 a 60 ng/mL para a maioria dos adultos.

  • 09Vitamina B12 · homocisteína

    B12 isolada pode estar "normal" com deficiência funcional já estabelecida. Homocisteína >10 µmol/L sugere deficiência ativa.

  • 10Testosterona total · livre · SHBG

    Para homens. A total isolada engana quando o SHBG está alto. Pedido com LH/FSH se houver quadro de hipogonadismo.

  • 11Estradiol · FSH · progesterona

    Para mulheres na perimenopausa. O FSH é o marcador mais sensível da reserva ovariana em queda. Coleta na fase folicular.

  • 12Escore de cálcio coronariano · CAC

    Tomografia sem contraste, baixa radiação. Mede placa aterosclerótica calcificada. Faz uma vez; repete em 5 anos se zero.

Painel ilustrativo. Cada exame é indicado caso a caso pela equipe médica conforme idade, sexo, histórico familiar, queixas e fatores de risco — em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

Leitura aprofundada de cada marcador: 12 exames que um check-up de longevidade pede →

Perguntas frequentes

Perguntas que recebemos toda semana.

  • É uma avaliação clínica orientada não apenas a detectar doença instalada, mas a mapear a trajetória de saúde: capacidade cardiorrespiratória, composição corporal, marcadores metabólicos avançados, sono, cognição, hábitos. O objetivo é identificar a janela silenciosa entre o normal e o ótimo, antes que o sintoma apareça.
  • O checkup tradicional valida normalidade segundo faixas amplas. O checkup de longevidade integra marcadores que predizem trajetória (VO₂ máx, ApoB, Lp(a), composição corporal, ômega-3 índice) e cruza com hábitos, sono e exposições. Não é um carimbo de "normal"; é um plano.
  • O painel base inclui perfil lipídico avançado (ApoB, Lp(a)), HbA1c, glicemia em jejum e pós-prandial, PCR ultrassensível, vitamina D, ferritina, B12, homocisteína, ômega-3 índice, magnésio, hormônios tireoidianos, vitamina K2 (quando indicado), 25-OH-vitamina D. Avaliação funcional inclui ergoespirometria (VO₂ máx), bioimpedância, dinamometria de preensão. Imagem é dirigida por risco. Não usamos varredura sem indicação.
  • O checkup de longevidade Plenya é um processo, não um dia. A coleta de exames acontece em uma manhã. O encontro com leitura clínica e plano individualizado dura 90 minutos. Pacientes que aderem ao programa Continuum têm reavaliação semestral.
  • A janela mais valiosa é entre 35 e 55 anos: antes do dano se instalar, depois das primeiras alterações silenciosas. Acima de 55, ainda é útil para reverter o que é reversível e estabilizar o resto. Abaixo de 35, em pessoas com história familiar de evento cardiovascular precoce, faz sentido.
  • A consulta Plenya é particular. Os exames podem, em parte, ser feitos pelo seu plano, orientamos a melhor estratégia caso a caso. A maioria dos pacientes opta por concentrar tudo em um laboratório parceiro para garantir padronização das técnicas e comparabilidade longitudinal.

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